Feminismos latino-americanos

14° Encuentro Feminista Latinoamericano y del Caribe

Por primera vez desde que se hacen los Encuentros Feministas Latinoamericanos y del Caribe (EFLAC), Montevideo fue sede y recibió a 2.200 feministas provenientes de más de 30 países entre el 23 y el 25 de noviembre. Para una ciudad con menos de 1,4 millones de personas, el aumento de población se hizo notar.

14EFLAC: Feminismo nos espaços virtuais

Uma das ferramentas que possibilitou o crescimento do feminismo foi o universo online. A conexão oferecida através das mídias sociais e aplicativos digitais nos ofertam interatividade, diminuem as distâncias, propiciam espaços de debate e estão ressignificando o conceito de esfera pública.

14EFLAC: Alianças para nova greve de mulheres no 8M

Houve um esforço de militantes feministas para neste 14 Eflac articular diversos países rumo a um entendimento sobre o conceito de que o dia internacional das mulheres deve ser marcado por uma greve internacional unificada em torno do trabalho produtivo e reprodutivo das mulheres.

Democracias ameças na América Latina

O debate sobre conjuntura política da América Latina foi proposto por feministas de Brasil, Paraguai e Argentina, respectivamente Carmen Silva, Clyde Soto e Ana Falú, para analisar os retrocessos políticos na América latina, a regressão de direitos, o avanço do capitalismo extrativista e o crescimento da onda fundamentalista.

14EFLAC: Democracia, Estado laico e fundamentalismo

O debate se deu em torno da pergunta proposta “Como construímos Estados não patriarcais e fortalecemos a democracia paritária na América Latina e Caribe? No atual contexto em que vivemos, a proposta do estado laico está em disputa, os golpes começados em Honduras, seguidos por Paraguai e Brasil, e os seguintes retrocessos na Colômbia, Equador, Argentina e outros provocam revisões de estratégias antigas, elaboração e pactuação de novas estratégias para resistir.

14EFLAC: Os nomes do feminismo

A discussão da Assembleia intitulada “Os nomes do feminismo” foi aberta pela brasileira militante da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) Betânia Ávila demarcando o feminismo como um movimento em movimento permanente, cujas divergências internas não se dão apenas a partir das diversidades mas também das desigualdades entre mulheres. Um movimento no qual não há um centro de decisão, mas que depende de articulação de seus vários segmentos para construir ações comuns de confronto com as contradições que o cercam e no seu interior.

14EFLAC: Mais que diversas, desiguais

Os feminismos da América Latina tem contribuído para alargar o sentido da democracia, criticando radicalmente o discurso liberal e midiático que coloca todas as mulheres em pé de igualdade, caracterizando as feministas como sujeitas empoderadas num mundo onde basta empreender para ganhar espaço, poder e voz.

Momento de renovação de lideranças do movimento feminista

A cada ano a Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) reúne suas ativistas em plenária para discutir o contexto político brasileiro e, considerando as principais lutas, definir coletivamente as estratégias de ação.

Las emancipadoras del Sur

Clemen, Danae y Daniela son tres jóvenes “emancipadoras” que unieron sus poderosas energías latinoamericanas para narrar experiencias feministas desde el sur del mundo, a través de una revista virtual bautizada EMANCIPA. En este espacio buscan mostrar los puntos de vista de las feministas que observan el mundo desde las subjetividades del sur.

A revolução do cuidado

Nos espaços de militância, por serem lugares de disputa, tensões e conflitos políticos, chegar a acordos e consensos de maneira horizontal em geral, é uma tarefa difícil, na qual temos de empenhar muita energia e isso por vezes é muito desgastante. No movimento feminista não é diferente.