Reflexión feminista

14EFLAC: Alianças para nova greve de mulheres no 8M

Houve um esforço de militantes feministas para neste 14 Eflac articular diversos países rumo a um entendimento sobre o conceito de que o dia internacional das mulheres deve ser marcado por uma greve internacional unificada em torno do trabalho produtivo e reprodutivo das mulheres.

Democracias ameças na América Latina

O debate sobre conjuntura política da América Latina foi proposto por feministas de Brasil, Paraguai e Argentina, respectivamente Carmen Silva, Clyde Soto e Ana Falú, para analisar os retrocessos políticos na América latina, a regressão de direitos, o avanço do capitalismo extrativista e o crescimento da onda fundamentalista.

14EFLAC: Democracia, Estado laico e fundamentalismo

O debate se deu em torno da pergunta proposta “Como construímos Estados não patriarcais e fortalecemos a democracia paritária na América Latina e Caribe? No atual contexto em que vivemos, a proposta do estado laico está em disputa, os golpes começados em Honduras, seguidos por Paraguai e Brasil, e os seguintes retrocessos na Colômbia, Equador, Argentina e outros provocam revisões de estratégias antigas, elaboração e pactuação de novas estratégias para resistir.

14EFLAC: Os nomes do feminismo

A discussão da Assembleia intitulada “Os nomes do feminismo” foi aberta pela brasileira militante da Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) Betânia Ávila demarcando o feminismo como um movimento em movimento permanente, cujas divergências internas não se dão apenas a partir das diversidades mas também das desigualdades entre mulheres. Um movimento no qual não há um centro de decisão, mas que depende de articulação de seus vários segmentos para construir ações comuns de confronto com as contradições que o cercam e no seu interior.

14EFLAC: Autonomia e Poder: dilemas e desafios

O debate abordou os desafios da busca por paridade e as pautas relacionadas à autonomia das mulheres nos espaços representação política institucional. Foram ressaltadas as diferenças na luta por autonomia centrada numa perspectiva crítica da luta feminista que demanda direitos em diálogo com as instituições, o estado e as políticas públicas, daquela que se pauta numa luta mais autonomista do movimento. 

14EFLAC: Mais que diversas, desiguais

Os feminismos da América Latina tem contribuído para alargar o sentido da democracia, criticando radicalmente o discurso liberal e midiático que coloca todas as mulheres em pé de igualdade, caracterizando as feministas como sujeitas empoderadas num mundo onde basta empreender para ganhar espaço, poder e voz.

Revista La Cuerda

Guatemala, diciembre 2017-enero 2018.- Servicios de seguridad privada en Guatemala, Erradicar la violencia (una acción política y estratégica), Ejemplo de lucha del pueblo q’eqchi’ , La memoria, una brújula en la lucha anticorrupción, Desapariciones traen consigo violencias institucionales y más. Ver toda la revista, pdf.

Revista BRAVAS 3

En #Bravas3: Alquiler de vientres: una práctica que interpela al feminismo, Prostitución: (ni) trabajo (ni) esclavitud, Sobre capitalistas llorones y machos en pena, Feminismo y Venezuela, Acuerdos de Paz en Colombia,  Laicidad, Aborto en Chile, Feminismos en América Latina, una mirada política desde Perú, Género y ciencia desde la ignorancia, Iglesia evangélica investigada por lavado de activos, El derrumbe de los derechos: la reforma laboral en Brasil.  Leelo todo en revistabravas.org

Momento de renovação de lideranças do movimento feminista

A cada ano a Articulação de Mulheres Brasileiras (AMB) reúne suas ativistas em plenária para discutir o contexto político brasileiro e, considerando as principais lutas, definir coletivamente as estratégias de ação.

Bicentenaria: La lucha de las peruanas por su independencia

En el marco de los 200 años de independencia del Perú, la obra teatral “Bicentenaria” reivindica la rabia de las mujeres y la lucha del movimiento feminista, así como su aporte y su memoria en la historia no contada.